• SEDE
LARGO 25 DE ABRIL
SITIO DA IGREJA
QUELFES
8700-206 OLHÃO

TEL  289 722 649
FAX 289 722 649

  • DELEGAÇÃO
ESTRADA QUELFES, 71 R/C
QUELFES
8700-218 OLHÃO

TEL 289 706 470
        289 722 095
FAX 289 704 210

JFQUELFES@MAIL.TELEPAC.PT



FREGUESIA
DE
QUELFES
LOCAIS INTERESSE TURÍSTICO

                        

A Ria Formosa é um Sapal. Área protegida com o estatuto de Parque Natural e situa-se no Algarve, que é a região mais a sul de Portugal Continental. Estende-se pelos concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António e abrange uma área de cerca de 18400 hectares ao longo de 60 km desde o Ancão até à Manta Rota. O estatuto de parque natural foi atribuído em 1987, pelo Decreto-lei 373/87 de 9 de dezembro. Antes a Ria Formosa tinha estatuto de Reserva Natural que fora instituído em 1978. A sul é protegida do Oceano Atlântico por um cordão dunar quase paralelo à orla continental, formado por 2 penínsulas (Península de Faro que engloba a praia do Ancão e a praia de Faro e a Península de Cacela que engloba a praia da Manta Rota) e 5 ilhas barreira arenosas (Ilha da Barreta, Ilha da Culatra, Ilha da Armona, Ilha de Tavira e Ilha de Cabanas) que servem de proteção a uma vasta área de sapal, canais e ilhotes. A norte, em toda a extensão, o fim da laguna não tem uma delimitação precisa, uma vez que é recortada por salinas, pequenas praias arenosas, por terra firme, agricultáveis e por linhas de água doce que nela desaguam (Ribeira de São Lourenço, Rio Seco, Ribeira de Marim, Ribeira de Mosqueiros e o Rio Gilão). Tem a sua largura máxima junto à cidade de Faro (cerca de 6 km) e variações que nos seus extremos, a Oeste e a Este, atingem algumas centenas de metros.
Igreja Matriz de Quelfes - A sua origem antiga é denunciada pela porta lateral gótica. O portal principal, em estilo renascença (séc. XVI) é muito singelo. O interior é amplo, com três naves. Na capela-mor, um arco do período de transição manuelino para a renascença, decorado com cachos de uvas e parras, uma abóbada nervurada com florões (séc. XVI). Imagens do séc. XVIII.

Poeta, músico e pintor, João Lúcio é uma figura carismática de Olhão, associada ao Chalé de Marim (ou Chalé Dr. João Lúcio). Terá sido ele a construí-lo em 1916 na Quinta do Marim, num pinhal à beira-mar, dois anos antes de morrer. O chalé foi posteriormente recuperado pelo Parque Natural da Ria Formosa, respeitando fielmente a arquitetura inicial. Pelo seu exotismo, é ainda hoje considerado como o exemplo máximo da arquitetura simbolista em Portugal. Trata-se de um edifício com três pisos, de forma quadrangular, sem frente nem traseiras. Orientadas segundo os quatro pontos cardeais, quatro escadarias marcam as entradas para o centro da casa, rematado com uma claraboia. A escadaria a norte tem forma de peixe; a sul, de guitarra; a nascente, de violino; a poente, de serpente. Simbolicamente, o peixe representa a água; a guitarra, o fogo; o violino, o ar; a serpente, a terra. Adaptado atualmente a Ecoteca/Museu, o chalé é um espaço valorizado com exposições e um local de difusão informativa sobre questões ambientais.

De origem romana, a ponte é constituída por um arco de volta perfeita de 3,95 m de largura, 2,95 m de comprimento e 3,35 m da chave à base. A sua extensão total é de 23,65 m. Ao longo dos tempos foi sendo restaurada, encontrando-se hoje em razoáveis condições. Sofreu várias reconstruções
A praia situa-se no extremo poente da Ilha da Armona, nas proximidades da Barra Grande e do pequeno povoado de pescadores e mariscadores. Para chegar à praia existem carreiras regulares de barco a partir de Faro, de Olhão e da Fuseta, que demoram aproximadamente 15 minutos, depois é preciso atravessar os labirintos de areia e vasa da Ria Formosa. A barreira arenosa é consistente e muito larga, o areal é a perder de vista e estende-se para nascente, até à praia da Fuseta, proporcionando momentos de tranquilidade a quem gosta de fazer caminhadas ou tem um barco particular. Os bancos de areias junto da barra delimitam deliciosas piscinas naturais. Também aqui se pode observar a flora rica e aromática dos campos dunares, bem como gozar os ventos mornos de leste e apreciar os tons invariavelmente fogosos do pôr-do-sol.

JUNTA       TOPONIMICA    HISTORIA       SERVIÇOS       CONTATOS